Hepatites podem ser ameaças em salões de beleza

Você sabia que as hepatites B e C podem ser transmitidas por um pequeno sangramento provocado pela retirada de cutículas? Um salão de beleza pode ser a porta de entrada desses vírus, por exemplo.

Conforme pesquisa realizada pela enfermeira Andreia Schunck, do Hospital Emílio Ribas, 81% das manicures e pedicures que atuam nos salões de São Paulo não estão devidamente protegidas. Cerca de 72% das profissionais desconhecem as formas de transmissão da doença.

Para mostrar alguns cuidados que devemos ter na hora de fazer a unha, levamos a enfermeira ao Studio W, referência em beleza no Estado. Confira:

 

 

Confira o que fazer para livrar o seu ambiente de trabalho das hepatites virais:

1. Lave as mãos com água e sabão líquido por, no mínimo, 40 a 60 segundos, antes e depois de atender cada cliente.
2. Use luvas descartáveis para cada cliente. Use-as apenas uma vez e troque-as ao terminar o atendimento.
3. Use materiais descartáveis: luvas, lixa para unhas e pés, palitos, protetores de plástico para cubas e bacias. Despreze os materiais descartáveis em recipientes resistentes à perfuração e com tampa.
4. Use toalhas individuais para cada procedimento. Uma toalha diferente deve ser usada para cada procedimento, mesmo que seja para o(a) mesmo(a) cliente. As toalhas descartáveis devem ser desprezadas após o uso. As de tecido devem ser lavadas e embaladas em saco plástico individual e guardadas em local limpo, seco e arejado até serem usadas novamente. Retire a toalha da embalagem plástica na frente do(a) cliente.
5. Esterilize seus instrumentos em autoclaves ou estufas: a esterilização é o processo que destrói todos os tipos de vírus, bactérias e fungos.
6. Utilizando uma luva de borracha, lave bacias e cubas com água e sabão líquido ou detergente após o término do atendimento de cada cliente.
7. Limpe adequadamente seus instrumentos de trabalho: alicates, espátulas, cortadores de unha, palitos de metal.
8. Mantenha os móveis limpos. A desinfecção do mobiliário deve ser feita com álcool 70%, após o atendimento de cada cliente.
9. Organize a rotina de limpeza. Todo estabelecimento de beleza pode elaborar um manual de rotinas e procedimentos realizados por manicures e pedicures, para facilitar o trabalho diário e garantir a segurança de todos os profissionais e clientes.
10. Alerta para a depilação. Para evitar a contaminação com sangue ou secreções, deve-se utilizar espátulas descartáveis, separar a cera em outro recipiente e descartar, em seguida, o que foi utilizado. No ato de desencravar os pelos, ou retirar a sobrancelha, recomenda-se que a pinça seja esterilizada ou do(a) próprio(a) cliente.
11. O ideal é que cada pessoa tenha o seu kit. Estimule os(as) seus(suas) clientes a levarem seus próprios instrumentos.

 

Fonte: http://www.portaldenoticias.saude.sp.gov.br/saloes-de-beleza-podem-ser-a-porta-de-entrada-das-hepatites-b-e-c

5 hábitos para o diabético ter qualidade de vida

Começar algo vai bem além de uma simples decisão. Alterar a rotina requer disciplina e quando se tem uma doença como a diabetes, seja qual tipo for, a urgência da mudança de hábitos se torna latente. Há muitas discussões sobre a importância de se alimentar adequadamente e praticar exercícios físicos com regularidade, porém outras ações simples também são necessárias como, por exemplo, observar os próprios pés, pois eles dão os primeiros sinais de que algo está errado. Fazendo esse exercício de observação é possível evitar problemas sérios para os diabéticos.

Quando a doença se agrava pode acontecer amputações dos membros e muitos diabéticos só percebem a gravidade dos sintomas após um estágio avançado. “Uma das principais causas de amputamento das pernas é a doença conhecida como pé de diabético. São feridas que podem virar úlceras ocasionando dor, vermelhidão e não têm chance de cura”, explica o chefe do grupo Pé Diabético de Ortopedia da Unifesp, Fábio Batista.

As úlceras nos pés, além de um problema sério para o paciente, envolvem alto custo e registram altos índices de mortalidade. No mundo já são mais de 600 milhões de pessoas que têm a doença, sendo 13 milhões no Brasil. Pensando nisso, e em como a profilaxia pode melhorar a vida de milhares de diabéticos, Luzia Costa, especialista em cuidados das mãos e pés, e criadora da rede Beryllos, cita cinco hábitos para melhorar a vida do diabético:

1. Atenção às unhas dos pés

O brasileiro tem o hábito de ir à manicure uma vez por semana. Este costume não é restrito apenas às mulheres, apesar delas serem o maior número nos salões. De acordo com o Ministério da Saúde, nesses 10 anos, o grupo mais atingido pela diabetes é o das mulheres. O índice saltou de 6,3% para 9,9%. E o perigo maior é que muitas delas continuam a cuidar dos pés com profissionais que não são especializados em pés de diabéticos. Não se pode retirar a cutícula das unhas e devem ser feitas apenas uma vez por mês com um aparelho adequado. Na Beryllos temos um micromotor exclusivo adaptado com uma broca desbastadora de cutícula que inibe um efeito invasivo nas unhas, por exemplo.

2. Se não conseguir inspecionar os pés diariamente: peça para alguém ajudar

O número de pessoas que moram sozinhas saltou de uns anos para cá. De acordo com o IBGE, brasileiros com mais de 60 anos e que não têm companhia, já são 15,7%. A diabetes não é restrita a apenas indivíduos com essa faixa etária, porém com o avanço da idade pode ser mais comum. Logo, não tenha vergonha de pedir a ajuda de vizinhos e colegas caso não consiga olhar os seus pés todos os dias. Este membro é o mais afetado pela doença e observar sinais como formigamento, rachadura no calcanhar e micose pode ser a “salvação” de um amputamento. Cuide dos seus pés!

3. Atenção aos sapatos utilizados

Use calçados sempre confortáveis e com meias, isso evita calos e feridas. Outra medida é, se caso o indivíduo opte por salto alto atenta-se a manter o limite de 3 centímetros. Há lojas especializadas em calçados confortáveis. Lembre-se: vale a pena custear em um produto mais alto, mas que acarretará em benefícios no dia a dia.

4. Use sabonetes de glicerina

Sim, você pode evitar que a sua pele crie casquinhas e feridas adotando o hábito simples de fazer sua higiene com sabonetes à base de glicerina. Isso porque esse composto é ideal para peles sensíveis devido a sua composição química, por possuir poucas toxinas e não causar nenhuma reação alérgica, além de manter a pele mais hidratada.

5. Evite o uso de secadores

Para as mulheres essa dica pode ser difícil de seguir, porém se você gosta do seu cabelo liso pode optar por uma progressiva no salão de cabeleireiro desde que inspecione os produtos que serão usados para o procedimento, e que não tenham contraindicação para diabéticos e circulação do sangue. O secador pode ocasionar feridas caso esteja muito quente, e isso pode acontecer sem que a pessoa perceba por ser um hábito diário que muitas vezes fazemos sem cuidado.

Rede de cuticularia estreia na ABF Franchising Expo 2017

Conhecida como a única franquia do setor no Brasil, empresa prevê chegar a 25 unidades até o final de 2017

A única rede de cuticularia do Brasil, a Beryllos, irá participar pela primeira vez da ABF Franchising Expo, que acontecerá entre os dias 21 a 24 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. A marca apresentará ao mercado um novo conceito para se fazer as unhas, visando a beleza e a saúde da mulher.  Os visitantes poderão conferir o novo método de cutilagem que foi criado pela fundadora da marca, Luzia Costa.

A empreendedora adaptou um micromotor com uma broca desbastadora de cutícula, que tem a finalidade de desbastar (afinar e polir) a cutícula com segurança para não machucar a cliente. A marca oferece um serviço de “manicure” mais rápido e confiável que os convencionais.

“Estamos sempre atentos ao mercado e observamos a carência do país em mão de obra e serviços de qualidade neste segmento. Por isso, estamos apostando nesta nova técnica para a expansão rápida da empresa em mercados promissores, inclusive o internacional”, diz Luzia Costa.

Além disso, a rede oferece uma linha completa de produtos da marca Beryllos para cuidados com as mãos e pés. O grande diferencial da empresa em relação aos concorrentes são os esmaltes individuais de 4ml.

“As pessoas acham que o grande problema e motivo da transmissão de doenças em salões de beleza são os alicates, porém temos outro vilão: o esmalte, responsável por 20% de contaminação por bactérias. Acreditamos que a segurança do produto 100% descartável é essencial para o sucesso do negócio”, explica.

A franquia possui três unidades em São Paulo (Taubaté, São Bernardo do Campo e Tamboré). O plano de expansão está focado inicialmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Alagoas,  e em cidades com aproximadamente 100 mil habitantes.

A empresa estima a abertura de 50 franquias até junho de 2018. “Sabemos que a feira é uma grande oportunidade de expor a marca. Além de conseguir fazer a interface com empreendedores e posicionar a Beryllos como uma ótima opção de investimento para quem deseja começar no nicho da beleza/saúde”, afirma a fundadora.

A rede pretende fechar o primeiro ano de operação com faturamento de R$ 2 milhões.

Beryllos na ABF Franchising Expo 2017

Stand: Rua B, nº 69

Data: 21 a 24 de junho

Horário: De quarta a sexta-feira: 13h às 21h.

Sábado das 11h30 às 18h30

Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP

Veja quais são os cinco erros mais comuns em salões de beleza

Cuidar das unhas é um hábito nacional. Porém, o cuidado com a estética muitas vezes se sobressai a questões práticas que envolvem o ato de “fazer a unha”. Algumas mulheres se limitam a ter o zelo com o alicate esterilizado, no entanto há outros quesitos que precisam de atenção na ida ao salão de beleza, principalmente práticas que podem acarretar alguns problemas como, por exemplo, transmissão de algumas doenças sérias.

Atenta ao universo feminino e especialista na área de beleza e saúde das unhas, a fundadora da Beryllos, primeira rede de cuticularia do Brasil, Luzia Costa, lista 5 cuidados para se “inspecionar” na hora de ir ao salão e prevenir qualquer resultado indesejado. Confira:

1. Compartilhamento de esmaltes

É muito comum a precaução com o uso dos alicates e a maioria das pessoas leva o seu próprio material até o salão. Mas, o que muitas mulheres não sabem é que compartilhar os esmaltes também pode causar doenças sérias. A química deste produto não é capaz de eliminar as bactérias e fungos que podem existir após ter sido utilizado em unhas com algum tipo de doença como, por exemplo, a micose.

Para acabar com este risco, a Beryllos tem o cuidado de entregar um esmalte individual de 4ml. A cliente pode levar embora ou até mesmo descartar na própria unidade. Orientamos que procurem salões com essa prática ou levem seu próprio esmalte.

2. Reutilizar materiais

Para ter total segurança é necessário que materiais como lixas e espátulas de madeira sejam descartados a cada utilização. Porém, muitas profissionais, por questão de economia ou até mesmo por não possuir conhecimento, utilizam os mesmos para evitar desperdícios, o que é um erro muito grave. Outros itens como alicates, espátulas de metal, precisam de um cuidado especial na hora da higienização, devem ser lavados com produtos específicos para eliminar todo tipo de bactéria e alguns ainda necessitam passar pela autoclave. Exija materiais que não foram utilizados e que serão descartados na sua frente.

3. Uso de alicate

O maior vilão dos salões de beleza é o alicate! Responsável por transmitir doenças como verrugas e até mesmo a Hepatite C. O ideal é pedir para a profissional usar os materiais que você levar, mesmo correndo o risco de ela não estar acostumada com os utensílios. Ou ainda procurar salões que usem outras práticas para fazer as unhas. Lembre-se também de trocar o seu alicate periodicamente. Mesmo que ele esteja sendo utilizado só por você, pode conter alguma bactéria.

4. Retirar a cutícula

Como citamos acima, mesmo que o alicate seja visto como o grande aliado na hora de deixar as unhas bonitas, ele traz grandes perigos quando combinado com a prática de retirar a cutícula. Esta prática acaba com a proteção natural e aumenta as chances de contrair doenças, com os cortes que o alicate pode ocasionar. Além disso, é um procedimento que pessoas com algum problema de saúde, diabetes, por exemplo, não podem realizar. Por isso, aconselho a mudar este hábito que pode machucar, deformar as unhas e até mesmo transmitir doenças. Procure métodos como o que utilizamos na Beryllos, em que não é utilizado alicate, mas uma ponta desbastadora deixando o aspecto natural da cutícula, através do afinamento e polimento, cuidando da saúde e da beleza.

5. Esterilização correta

As profissionais precisam ter como meta principal a higienização dos materiais utilizados. Devem limpar, desinfetar e esterilizar. Porém, muitas vezes na correria esses três passos não são realizados ou, não são feitos de maneira adequada e podem causar alguns transtornos. O melhor é ter seu próprio kit, mas faça a limpeza toda vez que for ao salão para evitar possíveis contaminações.

Tirar a cutícula ou não? Saiba como fazer as unhas sem remover a pele

Tirar a pele que protege a base da unha não é algo muito comum fora do Brasil e o costume pode fazer com que mulheres achem que não há outra solução; veja como fazer as unhas sem precisar remover as cutículas

Muitas mulheres viajam para fora do Brasil e ficam espantadas em saber que tirar a cutícula das unhas não é uma prática nada comum em outros países. Assim como o que ocorre com os cílios, que estão ali para proteger os olhos, a pele que cobre a base da unha está ali por um motivo.

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Tirar a cutícula das unhas não é exatamente necessário e pode gerar problemas

De acordo com Luzia Costa, criadora de um método inovador de cuidados com as unhas – que remove apenas o excesso de pele, sem cortá-lo por completo –, remover a cutícula com alicate, além de frequentemente machucar os dedos, pode deixar a região desprotegida de infecções ocasionais.

O uso de instrumentos não esterilizados em salões também é um veículo para diversas doenças transmitidas por fluidos corporais, como a hepatite. Segundo Luzia, mesmo os alicates e espátulas que temos em casa deveriam passar por um processo de limpeza após cada uso, já que podem “se contaminar” até pelo transporte dentro da bolsa.

Qual é, portanto, a melhor forma de deixar as unhas bonitas sem atrair riscos para a saúde? A técnica que tem ganhado o coração de blogueiras e mulheres por todo o país é simples e pode ser feita tanto em casa quanto no salão.

Empurrar e hidratar

A saída encontrada por muitas para o problema é empurrar a pele em vez de removê-la. Após passar um pouco de hidratante em cada uma das unhas e deixar os dedos “de molho” na água para que as cutículas fiquem mais molinhas, uma espátula é utilizada para empurrar a camada de pele em direção à base da unha , de leve. Algumas pessoas usam um palito com algodão enrolado para deixar o processo ainda mais suave. Depois disso, o alicate pode ser usado para remover rebarbas de pele que estejam muito grandes.

Inovação

Há ainda métodos para “limpar” as unhas, como explica Luzia. O instrumento utilizado para aparar as sobras de pele que ficam nos cantinhos e na base das unhas nasceu no consultório do dentista.

“Fui ao dentista com a minha filha e perguntei o que era aquela broca. Ela disse que era uma ponta diamantada que servia para polir”, explica a profisional. Interessada no instrumento – utilizado principalmente em crianças pela delicadeza com a qual atua – ela conseguiu um para testar acoplado a um motor como o usado por podólogas.

Após dois anos de muita pesquisa, Luzia desenvolveu o método, que consiste em banhar as cutículas com um fluido emoliente para deixá-las extremamente moles e passar a broca diamantada pelos dedos, fazendo com que apenas o excesso de pele se solte com facilidade e a base das unhas continue protegida. De acordo com ela, a técnica não machuca e o processo completo – incluindo esfoliação, hidratação e a aplicação de esmalte – dura meia hora.

Não compartilhe instrumentos

Segundo Luzia, cada vez mais as mulheres estão buscando uma forma de deixar as mãos bonitas e as unhas esmaltadas sem tirar toda a pele em torno das unhas. “Já escutei muito sobre brasileiras gostarem de afundar a cutícula, mas muitas não suportam o processo, nem gostam de levar o próprio kit para o salão, arriscando usar instrumentos não esterilizados”, afirma.

Além da transmissão de doenças pelos instrumentos usados para remover a cutícula, como palitos, alicates e espátulas, um estudo realizado por pesquisadores da Famerp (faculdade estadual de medicina de São José do Rio Preto) descobriu que fungos e bactérias não são eliminados pela química do esmalte. Compartilhar e negligenciar a higiene destes objetos é, portanto, altamente contraindicado.

 

SOBRE A BERYLLOS

A Beryllos, única rede de cuticularia do país, surgiu para mudar o conceito do mercado de “fazer a unha”, com o método de cutilagem que consiste em afinar e polir as cutículas com uma ponta desbastadora, mantendo a real proteção das unhas, sem o risco de cortes e machucados.

Outro grande diferencial são os serviços com luz intensa pulsada. Com o equipamento mais moderno e tecnológico que existe no mercado, a marca realiza procedimentos para rejuvenescimento da pele, fotodepilação, clareamento de olheiras e manchas, tratamento de rosáceas, acnes, rugas, entre outros.

O novo processo visa tanto o embelezamento, quanto a saúde das unhas das mãos e pés. Além disso, a rede conta com materiais totalmente descartáveis, esmaltes individuais (de 4ml), para prevenir possíveis problemas de saúde e uma linha completa de produtos exclusivos.

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